Saudações emergentes!
A provocação do prof. Valter tem sentido? está vinculada a proposta do seminário?
Se ela não é apenas um exercício intelectual, então precisamos ter presente o que e porque nas emergências do espaçossocial se modelam outros comportamentos.
Além disso, as manifestações dos meses que passaram ( Primavera Árabe, Chile, Londres, Espanha) marcam o início de um outro tempo societal.Trata-se de um movimento que confirma a profundidade de um mal estar social que não é conjuntural , mas sim frente ao começo de uma previsível nova onda de mobilizações.
São movimentos que rompem com apatía e o medo que até então tinham sido a nota nota dominante?
A re-emergência deste “ movimento social” surpreende, porque tem na internet, nas redes sociais, twitter e facebook, não só a ferramenta de comunicação. O ciber espaço se apresenta com lugar de discusão, de politização e de formação de uma identidade e um patrimônio compartilhado?
A provocação do prof. Valter tem sentido? está vinculada a proposta do seminário?
Se ela não é apenas um exercício intelectual, então precisamos ter presente o que e porque nas emergências do espaçossocial se modelam outros comportamentos.
Além disso, as manifestações dos meses que passaram ( Primavera Árabe, Chile, Londres, Espanha) marcam o início de um outro tempo societal.Trata-se de um movimento que confirma a profundidade de um mal estar social que não é conjuntural , mas sim frente ao começo de uma previsível nova onda de mobilizações.
São movimentos que rompem com apatía e o medo que até então tinham sido a nota nota dominante?
A re-emergência deste “ movimento social” surpreende, porque tem na internet, nas redes sociais, twitter e facebook, não só a ferramenta de comunicação. O ciber espaço se apresenta com lugar de discusão, de politização e de formação de uma identidade e um patrimônio compartilhado?
Temos assistido a recuperação da confiança coletiva na capacidade de transformar as coisas. Anos de derrotas e retrocessos e a falta de vitórias vinham mostrando que as mobilizações e a ocupação do espaço público nem sempre eram o melhor caminho.
Mas as revoluções no mundo árabe e, também, a vitória contra banqueiros e governantes na Islandia transmitiram a mensagem muito clara: "Sim, é possível". Ou estamos nos enganando?
Mas as revoluções no mundo árabe e, também, a vitória contra banqueiros e governantes na Islandia transmitiram a mensagem muito clara: "Sim, é possível". Ou estamos nos enganando?
O movimento em curso expressa um tipo de radicalização social e tem um duplo eixo constitutivo inseparável:
a crítica a classe política e aos poderes econômicos e financeiros
o servilismo e cumplicidade com o mundo dos negócios.
a crítica a classe política e aos poderes econômicos e financeiros
o servilismo e cumplicidade com o mundo dos negócios.
Os acampamentos e ocupações de praças não têm sido um fim e si mesmas. Têm atuado simultaneamente como referentes simbólicos e base de operações, de palanque para propulsar mobilizações futuras, e de porta voz para amplificar as presentes.
O ponto de inflexão e que vale a pena nosso grupo refletir:
O tempo acelerado e condensado das ocupações (emergências) tem se apresentado como surpresa para aqueles que detêm o poder, porque um novo ator político social se apresenta?
Ou porque a resistência é um tempo que tudo comprime e nos torna fortes, militantes e comprometidos?
Já temos uma consigna para o século XXI (nesta arrancada):
criar é resistir
resistir é criar
Paulo
O tempo acelerado e condensado das ocupações (emergências) tem se apresentado como surpresa para aqueles que detêm o poder, porque um novo ator político social se apresenta?
Ou porque a resistência é um tempo que tudo comprime e nos torna fortes, militantes e comprometidos?
Já temos uma consigna para o século XXI (nesta arrancada):
criar é resistir
resistir é criar
Paulo
As manifestações ( Primavera Àrabe, Chile, Londres, Espanha) aliaram-se a modernidade do século XXI( midias sociais), para mobilizar, provacar , refletir... Atualmente os movimentos sociais do Brasil, estão se apropriando das midias sociais( blogs, abaixo assinado virtual, sites entre outras) para re construir suas lutas. A escravização do trabalho é tanta que faz com que se utilize esses meios.Michele
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