quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Texto Coletivo - Contribuição Inicial
Juliana, como sugerido em nossas conversas de corredor, iniciei...agora segue!!
Obs.:com direito a riscos !!! e com obrigação de bate e volta!!
beijos
Re-inventar ...( o título colocamos no final...risquei a regra que diz que devemos começar por ele).
Da sala de aula até a porta de saída do prédio existe um tempo e um espaço onde os discursos afloram. Podemos chamá-los de “discursos de corredor”. Não sei por que isso acontece,(mas acontece): eles surgem com clareza e com verdades absolutas. Neles sabemos exatamente o que queremos e buscamos, seja ao falarmos de projetos ou de referenciais e teorias.
Isso talvez aconteça porque liberamos nossa mente dos bloqueios impostos pelo formato do ambiente formal que perdura das escolas às universidades. E se isso é verdade, também é verdade que os espaços de aprendizagem precisam ser repensados, ou re-inventados para permitir a fruição da linguagem e da mente.
Partindo desse pressuposto, analisar e entender a construção do conhecimento que se dá nas ruas e nos espaços não formais de educação é elemento fundante de pesquisa para essa reinvenção.
Peguemos o exemplo da aprendizagem da língua estrangeira. Ao entrarmos em uma comunidade periurbana, onde as dificuldades e carências são evidentes, professores se deparam com uma realidade distanciada da sua e pouco fértil para criar o desejo nos alunos em aprender uma nova língua. As técnicas e os meios de ensino não estimulam o querer e não justificam sua existência. Por outro lado, para os alunos a forma é desconexa da realidade vivida.
Porém, fora da sala, se nos atentarmos e prestarmos atenção nas conversas, certamente veremos diálogos do tipo:
- E aí brother? Vamos comer um hot-dog?
- Bah, never!! To sem money.
- No problems…I have.
( a grafia das palavras acima não corresponde às falas. ex.:Ai reve)
Isso mostra que, para além de um conjunto de regras gramaticais e de palavras a serem memorizadas, existe um “corredor” usado como meio de aprendizagem e de troca de um sistema de códigos, os quais dominam e dos quais se utilizam como instrumento para interagirem com o mundo.
Patrícia
INEP-Edital
Pessoal, inscrições para colaboradores do INEP vão até o dia 06/12. Precisa ter experiência docente.
Oportunidade para experiência/extras.
Bjs
Patrícia Berg - PB
terça-feira, 29 de novembro de 2011
PROGRAMAÇÃO DO 2º SEMINARIO DO TRAMSE
Data: 8 e 9 de dezembro de 2011
Local: Sala 601 da FACED- UFRGS
Objetivo: Socializar as experiências que os professores do Núcleo TRAMSE vem realizando em conjunto com seus orientandos nas áreas da pesquisa e extensão e discutir possibilidades de articulação dos projetos e atividades individuais com os interesses e desafios do coletivo.
Modalidade de Trabalho:
- Painéis por eixos temáticos (constituídos por professores e orientandos) a parir da maior proximidade das temáticas que cada um vem trabalhando.
OBS: cada dupla de orientador vê como fica melhor, se convida um ou mais orientandos para contribuir no debate, que tem por objetivo uma análise panorâmica dos projetos em andamento vinculados ao TRAMSE.
PROGRAMAÇÃO:
Dia 08-12 (quinta feira) = tarde e noite
Abertura: 13:30
Painel 1: (14:00 – 15:45) Professores Marlene e Jaime (combinar quais de seus orientandos que fala pelos alunos).
Intervalo ( 15:45 – 16:00)
Painel 2: 16:00 – 17:45) Professore Jorge e Maria Clara ( combinar os alunos convidados).
Painel 3: 18:30 – 20:15) Professoras Laura e Carmem (combinar os alunos convidados)
Painel 4: (20:15 – 22:00) Professores Johannes e Paulo (combinar os
alunos convidados)
Dia 09-12 (sexta feira) – Tarde
13:30 as 14:00 – Lançamento de nosso livro (já saiu da gráfica e ficou Bacana!)
Painel 5 : 14:00 – 15:45) Professores Vera Peroni e Alceo Ferraro junto com os orientandos responsáveis...
(16 :00 – 18:00) Painel de Encerramento: Debates e encaminhamentos de propostas de ações coletivas (projetos, atividades, eventos).
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
terça-feira, 22 de novembro de 2011
O filme mostra que quando se quer é possível direcionar e adaptar atividades de acordo com as capacidades de cada um.
O MST , vem incentivando as famílias assentadas a se organizarem na produção, principalmente através da cooperação, formando CPAs – Cooperativas de Produção Agropecuárias, para conseguirem produzir melhor os alimentos sobre a terra, gerar mais renda e ter vida digna.
A COOPAN – Cooperativa de produção Agropecuária Nova Santa Rita – LTDA, é uma CPAs. Todas as famílias que fazem parte dessa cooperativa são oriundas do trabalho familiar com uma organização simples. Essas famílias tiveram muita dificuldade para formar a gestão dessa organização associativa. Atualmente a Cooperativa está crescendo, e mostra que é possível aos camponeses assentados terem capacidade de gerenciar projetos e produzir alimentos mais saudáveis para a população desse país, sem necessitar de grandes empresas multinacionais que só pensam em gerar lucros ao suor dos trabalhadores.
domingo, 20 de novembro de 2011
OBSOLESCÊNCIA PROGRAMADA
http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=5188101969579609103
Abraços Luis Paulo
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Si Puó Fare (“Dá Para Fazer”)
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Em tempos de re-emergência vê-se a questão da solidariedade de duas maneiras. Uma perspectiva ergue a bandeira da doação, da assistência, do dar o bem ao próximo, a outra perspectiva já tem um caráter mais formador.
As religiões sempre consideraram a solidariedade algo que pertencia somente a igreja, ou seja, foram as primeiras a terem projetos que ajudavam ao próximo porém, vale lembrar que essa solidariedade além de ajudar aos outros também é beneficiada com altos descontos nos impostos de renda cobrados pelo o governo.
Outra visão de solidariedade é a trabalhada no filme italiano Si Puo Fare , onde um homem vê em pessoas com deficiência mental depositadas num hospital psiquiátrico como se não pudessem produzir mais nada em suas vidas, a chance de criar uma cooperativa social como meio de encontrar a satisfação pessoal e moral para todos.
Ver a solidariedade como uma ferramenta que pode ser usada para fazer com que pessoas se sintam úteis, moralmente importantes para a sociedade e não mais vistos como um peso para a saúde pública foi a saída encontrada no roteiro do filme.
Analisando a obra percebe-se que todos podemos ter atitudes em relação ao próximo que não seja mero assistencialismo,o filme nos sensibiliza para essa perspectiva de ajudar o próximo como algo transformador e que ainda faça com que as pessoas adquirem respeito social.
Juliana Santos
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Dá Para Fazer
Um filme instigante, provocador e ao mesmo tempo terno, estimulante, que nos enche de energia e de coragem de ousar nas relações de trabalho que a vida nos impõe, ou oferece.
Mostra o Cooperativismo Social como uma alternativa coerente e interessante de busca de soluções para o mundo do trabalho. Nele é retratado um projeto específico, ou seja, com trabalhadores da saúde mental, mas o que não limita a perspectiva de inversão da forma de trabalho assistencial para um trabalho social.
O respeito às capacidades individuais, também é ponto forte em Dá Pra fazer. Bem mais do que simples divisão de tarefas, o respeito ás limitações e o reconhecimento dos talentos são ingredientes que unificam e ao mesmo tempo solidariza o grupo.
Pensar um trabalho solidário nessa ótica é acreditar que um outro tipo de relação entre trabalhadores cooperativados, ou não, é possível, pois fortalece uma ótica horizontal nas relações de gestão, com respeito às diferenças, mesmo quando todos parecem iguais; com valorização das potencialidades e, o mais generoso, com o empoderamento dos trabalhadores, enquanto sujeitos conscientes de sua ação e de seu lugar no grupo.
Dá Pra Fazer nos diz, em alto e bom tom, que é preciso rever a forma de trabalho cooperativado, assim como as relações impostas e pouco construídas em grupo, mas nos deixa um exemplo de cooperativismo comprometido, ético e político.
Se dá pra fazer, então façamos.
Patrícia Berg
Aviso Urgente
domingo, 6 de novembro de 2011
Filme - SI PUÒ FARE
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Este foi o texto escrito que enviei somente ao Valter antes do último encontro, porém agora estou conseguindo enviar à todos, pois fiz as pazes com o blog! 'hihihihihihii"
Sentimento a ser repensado.
Solidariedade é uma dessas palavras que só é salientada nos discursos quando se precisa de respostas imediatas, em calamidades, por exemplo, todos como se brotasse do nada viram solidários e assim, o Brasil se destaca em relação ao planeta por sua veia solidária, todavia, este sentimento só é manifestado quando grandes apelos midiáticos o querem.
Conforme Rubem Alves solidariedade é esse sentimento que nos torna humanos. É um sentimento estranho - que perturba nossos próprios sentimentos. A solidariedade nos faz sentir sentimentos que não são nossos, que são de um outro. Este efeito fica mais evidente nas horas de grande sofrimento, de grandes desastres, de momentos onde conseguimos nos colocar no lugar do outro, pois o ser humano, devido sua inteligência sabe que catástrofes podem ocorrer a qualquer um.
Entretanto, não devíamos nos comover somente nesses casos, devíamos sim ser tocados com pequenas coisas, pois a solidariedade não é um sentimento que aparece e desaparece como passe de mágica, deveria ser algo que está dentro da gente em qualquer situação, ao ajudar um senil atravessar a rua, avisar um colega que uma reunião foi cancelada, auxiliar uma mãe no parque que está com um bebê recém nascido, entre outros vários exemplos que poderia citar por horas.
A modernidade fez com que esquecêssemos que pequenos atos de solidariedade involuntária são tão grandiosos quanto os de grande impacto. Estas atitudes a que me refiro, não podem ser ensinadas a uma criança, por exemplo, pois crianças, aprendem muito mais por exemplos do que com palavras como diz Paulo Freire, e o que os nossos pequenos estão vendo hoje, são adultos sendo solidários somente em grandes eventos como Criança Esperança, Teletom entre outros promovidos pela mídia.
Precisamos nos acordar e percebermos que como diz Rubem Alves a solidariedade não se ensina, não se ordena nem se produz, pois deve ser semente que nasce, e para conseguirmos com que esse sentimento seja mais amplo nas futuras gerações, necessitamos de mudança de atitudes com o próximo. Sendo assim, acredito que se essa geração conseguir perceber esta mudança em nossas ações diárias nas escolas, no trânsito, no convívio familiar, eles sim perceberão a magnitude em ser solidário, manifestando este sentimento como algo que nos é orgânico e não meramente mecânico.
Solidariedade, portanto é algo a ser melhorado e trabalhado em nós educadores, tanto no âmbito individual como no coletivo. Sendo que solidariedade só se manifesta em contato com a necessidade do outro, devemos ter mais solidariedade no processo de ensino aprendizagem, no contato e respeito aos espaços periurbanos em que muitos dos nossos educandos têm origem, assim estaremos educando pelo o exemplo e agindo desse modo conseguiremos ver em todos, atos verdadeiramente solidários num futuro próximo.
Juliana Santos
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Serviço de Utilidade Pública
Qualquer outra dúvida, podem escrever que estou sempre a disposição!