Padawans aspirantes a Jedais:
nós que não aceitamos ser C3PO nem R2-D2 e seguimos tentando o combate ao Darth Vader do capital podemos apre-e-nder no encontro abaixo.
Quem puder e quiser, vai lá!!!
http://www.fee.tche.br/sitefee/download/capa/cartaz-fee-ipea-pucrs.pdf
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluir“Nosso cérebro não é moderno”
ResponderExcluirO pesquisador Dean Buonomano, doutor em neurociência pela Universidade do Texas, viveu 15 anos no Brasil e estudou biologia na Universidade de Campinas (Unicamp) escreveu um livro no qual afirma que “Nosso cérebro não é moderno”. Em sua pesquisa ele diz que o cérebro humano é um conjunto de 100 bilhões de neurônios e 100 trilhões de conexões entre eles, um aparato imponente e cheio de falhas: a memória nem sempre funciona, a capacidade de cálculo é limitada e, definitivamente, não parecemos adaptados às exigências do mundo moderno. Algumas considerações do pesquisador:
• Nosso cérebro está adaptado para um passado remoto;
• O cérebro humano pode ser convencido inconscientemente. Ele pode associar conceitos caso seja exposto de forma contínua e prolongada a alguns estímulos. É o que fazem os publicitários com imagens, sons e aromas. Um bom exemplo disso é o tabaco;
• Minha hipótese é que o cérebro está predisposto a desenvolver medos seletivos por certas coisas que eram ameaças graves no passado,
• Muitos pesquisadores acreditam, e eu concordo, que também estamos predispostos a desconfiar de gente que é muito diferente de nós. Hoje pode ser um erro, mas era uma boa adaptação no passado,
• A competição entre grupos é um componente da evolução. Ela permite aos animais se protegerem coletivamente e manterem sob controle os alimentos e os parceiros sexuais. No caso dos humanos, alguns pesquisadores pensam que desconfiar de estranhos era uma maneira de evitar contágios. Pense no que aconteceu quando os europeus chegaram à América. Nativos morreram de doenças que não existiam no continente até então.
• O mais incrível da mente humana é que, mesmo sendo o produto da evolução, ela é capaz de analisar a si mesma.
Este texto foi extraído da revista Época datada em setembro deste ano e suscitou em mim algumas dúvidas sobre a sua pertinência ou não em nosso debate.
As falas deste ésquisador tem sentido no contexto das nossa reemergências