sábado, 24 de dezembro de 2011


As políticas públicas educacionais, apesar de na sua essência, ser uma proposta interessante e de boas intenções, deixa a desejar na implementação, pois não oferece condições estruturais e recursos humanos qualificados para o trabalho. exemplo o Programa Mais Educação, que se bem planejado e tendo condições de operar seria uma ótima opção para a formação de consciência humana, no sentido de construir realmente conhecimentos.
Ainda estamos com um tratamento periférico para a educação e quando se trata de educação escolar do campo, tem-se ainda muito que avançar. As políticas que existem se dá muito mais pela luta dos movimentos sociais do que pela compreensão institucional da importância da educação.
Os olhares que se dá a educação se pautam muito mais por políticas assistenciais financiadas pelo Banco Mundial, do que pela necessidade e o respeito as comunidades, aos povos nas suas mais diversas realidades.
Nossa história de educação, principalmente do campo está muito enraizada ainda no latifúndio, no cativeiro, e para isso qualquer coisa serve. Claro que já se tem muitas conquistas, mas ainda estamos engatinhando em termos de conquistas e condições.  
È preciso recolocar a importância da educação na sociedade, reconhecendo e respeitando os modos próprios de vida social e dos espaços existentes partindo do micro para chegar ao macro,  para que não se torne apenas depósitos de crianças e de seres humanos.

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