As políticas públicas educacionais, apesar de na sua essência, ser uma
proposta interessante e de boas intenções, deixa a desejar na implementação,
pois não oferece condições estruturais e recursos humanos qualificados para o
trabalho. exemplo o Programa Mais Educação, que se bem planejado e tendo
condições de operar seria uma ótima opção para a formação de consciência humana,
no sentido de construir realmente conhecimentos.
Ainda estamos com um tratamento periférico para a educação e quando se
trata de educação escolar do campo, tem-se ainda muito que avançar. As
políticas que existem se dá muito mais pela luta dos movimentos sociais do que
pela compreensão institucional da importância da educação.
Os olhares que se dá a educação se pautam muito mais por políticas assistenciais
financiadas pelo Banco Mundial, do que pela necessidade e o respeito as
comunidades, aos povos nas suas mais diversas realidades.
Nossa história de educação, principalmente do campo está muito
enraizada ainda no latifúndio, no cativeiro, e para isso qualquer coisa serve. Claro
que já se tem muitas conquistas, mas ainda estamos engatinhando em termos
de conquistas e condições.
È preciso recolocar a importância da educação na sociedade, reconhecendo
e respeitando os modos próprios de vida social e dos espaços existentes
partindo do micro para chegar ao macro, para que não se torne
apenas depósitos de crianças e de seres humanos.
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