sexta-feira, 2 de dezembro de 2011


Pessoal segui o texto só impaquei ... depois eu volto, quando voltar as ideias, estou pesando em seguir dissertando com processos associativos ou como ocorre a aprendizagem nesses espaços periurbanos não "enxergados".... Não sei...

Continuação do texto
A educação permanece com a velha barreira dos bancos escolares que à séculos nos perssegue, precisamos parar e ter um novo olhar, assim nos depararemos com espaços  onde a aprendizagem não somente da lingua estrangeira, mas da geografia, da matemática e tantas outras disciplinas já são ensinadas e aprendidas através da convivências com  outros  integrantes da sociedade, que não necessariamente sejam profesores.
 Ter um novo olhar significa nos desprendermos dos velhos moldes que a nossa memória insiste em ficar atada  para conseguirmos então, dar um passo a frente para reinventar novas formas de aprender que perpassa pelas outras práticas não formais de “ensinagem”.
            Todavia, para conseguirmos enxergar novas formas de aprender, precisamos primeiro analisar os processos solidários que permeiam nas comunidades, coooperativas e tantos outros espaços  de economia solidária, onde as pessoas por terem um único objetivo, se ensinam uns aos outros, fortalecem e respeitam o potencial de cada um e sem dúvida o tão sonhado envolvimento e motivação que falta em sala de aula  já sobra entre essas pessoas  durante sua convivência.

Juliana Santos

Um comentário:

  1. Não seria: A educação permance como a velha barreira dos bancos escolares que há séculos nos persegue, precisamos parar e ter um novo olhar. Assim,.....

    Os RISCOS e RABISCOS estão valendo? De minha parte, sim.

    Maria do Carmo Vargas

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